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Igor Abade V. Leite (a.k.a "T-Shooter")

Microsoft MVP - Visual Studio Team System
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Daniel Oliveira

September 28

jQuery e Microsoft – Sinal dos tempos?

Este blog foi criado para falar exclusivamente sobre Visual Studio Team System. Hoje vou abrir uma pequena exceção.

Não é novidade para as pessoas que me conhecem quão apaixonado sou pelo produto – ter recebido o título de MVP foi essencialmente uma consequência dessa paixão.

Acho que é natural para qualquer pessoa apaixonada sempre querer o melhor para sua paixão. Neste caso, obviamente torço (e faço minha parte, claro!) para que o VSTS seja a melhor e mais utilizada solução de ALM do mundo.

Mas e o quê isso tem a ver com o título deste post? Bem, inúmeras vezes perguntamos ao time de produto porque investir seu limitado orçamento (acredite, o orçamento dos times de produto na Microsoft é limitado sim :)) desenvolvendo novas soluções quando existem excelentes alternativas no mundo open-source? Um exemplo bastante recorrente de discussão é NUnit vs. MSTest. Por quê a Microsoft criou um novo framework de testes unitários ao invés de usar o NUnit? Empresas como IBM e Oracle têm se beneficiado de um relacionamento mais estreito com projetos de código-aberto.

A resposta do time de produto faz sentido – até certo ponto. Mas antes de dizer qual a resposta do time de produto, sabe a pena refletirmos um pouco sobre como a comunidade de uma forma geral enxerga o relacionamento da Microsoft com projetos de código aberto. Muitas pessoas acreditam que a Microsoft é estritamente contra código aberto, que quer sufocar qualquer projeto que não saia de seus laboratórios… Bem, nada mais longe da verdade:

  1. Antes de mais nada, deixemos de lado o romantismo tolo seguido por muitos dos defensores de projetos de código aberto. A Microsoft, como qualquer outra empresa neste nosso mundo capitalista, visa ao lucro. Ponto. Sendo assim, ela vai “combater” a concorrência aos seus produtos a fim de aumentar suas vendas. Nesse sentido, seus concorrentes são outros produtos similares aos que ela própria desenvolve – independentemente de serem open-source ou closed-source. Por isso, não faz sentido dizer que a Microsoft seja contra o modelo de desenvolvimentos de softwares em código aberto;
  2. A própria Microsoft já liberou MUITOS projetos de código aberto que são consumidos livremente pela comunidade, abertos à contribuições, melhorias e sugestões vindas de desenvolvedores do mundo inteiro;
  3. Apesar de já existirem sites que ofereciam hospedagem de projetos de código aberto (SourceForge é um dos mais conhecidos), havia espaço para um novo portal, capaz de oferecer o melhor em termos de controle de versão e rastreamento de itens de trabalho. Com o CodePlex a Microsoft mostrou que pode apoiar o desenvolvimento de qualquer projeto, usando qualquer licença de código aberto – “no strings attached”.

Porém, na minha opinião faltava um último passo da Microsoft no seu relacionamento com F/OSS: se libertar da “Síndrome do Não-Inventado-Aqui”. O tal do not-invented-here sempre impediu que a Microsoft usasse em seus produtos qualquer coisa que fosse desenvolvida por terceiros – principalmente código aberto. Agora podemos voltar aos motivos do time de produto para não usar o NUnit: do ponto de vista legal, sempre foi bastante nebuloso entender o que aconteceria do ponto de vista da Propriedade Intelectual se a Microsoft usasse código de terceiros. Na dúvida, ela sempre se limitou ao seu próprio código (o do invented-here).

Hoje vi um post do ScottGu que pode significar o começo da mudança. A Microsoft vai distribuir um projeto open-source – jQuery, um framework de programação JavaScript – como parte do ASP.NET MVC e do próprio Visual Studio!

Tomara que isso realmente signifique que a Microsoft possa, daqui para a frente, usar os excelentes projetos open-source que existem para criar produtos ainda melhores, contribuindo de volta para a comunidade as melhorias que vierem como parte dessa utilização.

Sinal de bons tempos por vir? Torço para isso.

August 29

CodePlex em destaque: Team Development with Team Foundation Server (tfsguide)

Como prometido, esta é a primeira edição do CodePlex em destaque – primeira de muitas, espero eu smile_regular.

O projeto que gostaria de destacar hoje é o Team Development with Team Foundation Server – um projeto conjunto do time de Patterns & Practices da Microsoft e do time de produto do Team Foundation Server, além de alguns parceiros e especialistas do mercado.

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A idéia do guia é consolidar um guia de “boas práticas” para utilização do TFS num ambiente de desemvolvimento. Leitura obrigatória para qualquer um quer pretenda usar o TFS!

Os tópicos abordados são:

  • Fundamentals
  • Source Control
  • Builds
  • Large Project Considerations
  • Project Management
  • Process Templates
  • Reporting
  • Setting Up and Maintaining the Team Environment
  • Visual Studio Team System 2008 Team Foundation Server

 

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August 28

CodePlex em destaque – Fique ligado!

Tem muita gente que nunca ouviu falar no CodePlex. Para quem não conhece, o CodePlex é um site que oferece a desenvolvedores de software livre (código aberto, open source) toda a infraestrutura para que possam hospedar seus projetos. Esses projetos podem ser desenvolvidos em qualquer tecnologia, para qualquer plataforma. A única exigência é que o software seja oferecido com algum tipo de licença de código aberto.

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Esse site tem uma característica técnica bastante interessante: a estrutura de Gerência de Configuração (Controle de Versão e Gestão de Problemas) é baseada no Team Foundation Server. Ou seja, você pode usar o TFS de forma gratuita para hospedar seus projetos open-source. Você pode inclusive baixar o Team Explorer (também gratuito) para integrar seu Visual Studio (Standard ou superior) ao CodePlex.

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Se o próprio site é desconhecido, o que dizer dos projetos hospedados lá? Há muita coisa bacana, bastante útil, e que poderia ajudá-lo a resolver problemas que você possa ter no seu dia-a-dia. Por isso, resolvi criar uma categoria especial (e recorrente) de postagens: CodePlex em destaque.

Toda sexta-feira irei destacar algum projeto hospedado no Codeplex e que esteja de alguma forma ligado ao Visual Studio Team System. Amanhã teremos o primeiro post da série.

Aguarde!

 

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August 21

Como desfazer check-outs de outros usuários

Quantas vezes já passamos (ou vimos alguém passar) por isso?

“Um funcionário saiu da empresa e largou um monte de arquivos em check-out. Ninguém sabe a senha dele. Mas nem ia adiantar, a máquina já foi formatada mesmo…”

E agora, como cancelar os check-outs feitos por outro usuário? O segredo está na (relativamente pouco conhecida) ferramenta de linha de comando do Team Explorer, tf.exe. Abra o prompt de comando do Visual Studio 2008 e execute:

tf workspaces /owner:<nome_do_usuário> /server:<nome_do_servidor>

image 

Com isso você consegue listar os workspaces do usuário em questão. Você vai precisar dessa informação para a próxima etapa:

 

tf undo /workspace:<nome_do_workspace>;<nome_do_usuario> /recursive /server:<nome_do_servidor> $/*.*

 image

Para cada workspace listado na etapa anterior, execute o comando acima.

 

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August 15

Service Packs e Power Tools

Com o recente lançamento do Service Pack 1 do Visual Studio 2008 e Team Foundation Server 2008, muitas coisas são atualizadas em seu computador:

 

Visual Studio 2008 SP1

  • Visual Studio (todas as edições)
  • .NET Framework 3.5

Team Foundation Server SP1

  • Team Foundation Server (AT)
  • .NET Framework 3.5

 

Mas há algumas ferramentas que, de tão naturais no nosso dia-a-dia, que acabam se tornando “invisíveis”. Esquecemos que elas são downloads adicionais e que não fazem parte do produto original.

Esse é o caso com o pacote “Team Foundation Server Power Tools”. São ferramentas extremamente úteis e que complementam o Visual Studio e o TFS.

Dentre todos os componentes do pacote Power Tools, provavelmente o mais conhecido é o Team System Web Access.

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Porém, muitos acreditam que o TSWA é parte integrante do Team Foundation Server – e que, com isso, ele será atualizado automaticamente durante a instalação do Service Pack do TFS. Bom, na verdade o SP1 não atualiza o TSWA. Ele deve ser atualizado à parte, como todo o restante do pacote Power Tools. Devemos ter, em breve, o lançamento da versão “correnpondente ao SP1” do TSWA.

No futuro, o Rosario trará mudanças nesse aspecto. O Team System Web Access finalmente passará a ser parte integrante do produto e, por isso, será atualizado junto com quaisquer service packs que venham a ser criados.

 

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